Julio Pires, Advogado

Julio Pires

Curitiba (PR)

Sobre mim

Advogado Criminalista na defesa intransigente da dignidade da pessoa humana
Advogado criminalista, defensor dos direitos humanos e do devido processo legal. Com experiência decenária na área do direito penal, expertise em interpretar leis, analisar provas e construir estratégias de defesas contra acusações criminais. Abordagem com comprometimento e habilidades de argumentação que permite representar os constituintes com excelência perante as varas criminais e os tribunais. Sempre em busca de soluções criativas e justas para cada caso concreto, perquirindo dentro da legalidade, a melhor defesa possível.

Principais áreas de atuação

Direito Penal, 100%

É o ramo do direito público dedicado às normas emanadas pelo Poder Legislativo para reprimir os d...

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Julio Pires, Advogado
Julio Pires
Comentário · há 10 anos
capitalismo não é o único modo de produção possível. Não foi o primeiro e também não será o último. Comparado com o feudalismo ele ainda é um adolescente. Também não há como não concordar que apesar de, indiscutivelmente, estar em crise, é um sistema que tem capacidade para se adaptar. Porém, alguns exemplos de sucesso não esconde a barbárie que centenas de outros países vivem sob a mesma base ideológica. A questão não é mais fazer uma comparação entre o capitalismo e o socialismo real. O triunfo já foi demonstrado com o desmantelamento da URSS e a queda do murro de Berlim. Enquanto sociedade, foi ruim porque nos deixaram reféns de apenas uma possibilidade. Todavia, a grande contradição do capitalismo está dentro do próprio capitalismo, principalmente no bojo da luta de classes. A incrível capacidade de criar riqueza a partir de uma produção que é social se contradiz diuturnamente na hora de se distribuir, pois a apropriação dessa riqueza é realizada de forma privada. No Estado capitalista as políticas públicas (educação, saúde, segurança pública, etc) não funcionam de maneira universal, pois são áreas extremamente lucrativas para serem disponibilizadas apenas a troco de impostos. O resultado é que temos que pagar duas vezes pelos serviços sociais que deveriam ser públicos - a escola de nossos filhos, o plano de saúde, a previdência privada, etc. Assim, o pacto social onde todos nós somos sócios dessa sociedade é desvirtuado, pois alguns se acham mais donos do que outros. Neste cenário não haverá agregação, mas ruptura.
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